sexta-feira, 22 de julho de 2016

Refutando um pensamento compartilhado nas redes sociais


Introdução:

Muitas pessoas nas redes sociais tem compartilhado o seguinte pensamento (sabe-se lá quem é o autor):

"Se for preciso falte uma EBD para jogar futebol com seu filho. Se for preciso falte um culto na semana para levar sua filha no shopping. Se for preciso falte uma vigília de oração para ter uma noite de amor com sua esposa. O 'altar' da religião nunca pode atrapalhar a intimidade e a comunhão da sua família!"

Eu, todavia, discordo totalmente dessas palavras. Gostaria de observar alguns pontos:

Tudo tem o seu tempo:

Há tempo para jogar futebol com o filho e tempo para ir com o filho para a EBD. Se uma atividade está atrapalhando a outra é porque não está tendo administração correta do tempo. Temos vários dias e horários para jogar futebol, para levar a filha ao shopping e fazer “amor” com a esposa... Seria justo fazermos essas atividades justamente nos dias e horários de estudo da Bíblia (EBD), adoração (culto) e oração (vigília)?
Observação: Existem igrejas que exigem a presença de seus membros todos os dias no templo. Isso não é bíblico. Para ser cristão não é preciso estar todos os dias na igreja.

Quais devem ser as nossas prioridades?

Alguns enumeram as prioridades assim:

1.       DEUS
2.       Família
3.       Amigos
4.       Trabalho
5.       Bens materiais

Mas o correto seria assim:
1.       DEUS
2.       Família, amigos, trabalho, bens materiais.

Não podemos negar o fato de que existem dois extremos acerca da família: aqueles que a desprezam e aqueles que a idolatram. Ou seja, alguns nem se quer constituíram família e querem pregar a família como prioridade e outros centralizam a família a ponto de achar que ela é tudo. Isto significa que se amássemos a Deus corretamente, não haveria espaço para algo que vem “logo em segundo lugar”.

Qual é a mensagem que estamos transmitindo à nossa família?

Ao deixarmos de levar o nosso filho para EBD para jogarmos futebol com ele, deixarmos de levar a nossa filha para o culto para a levarmos ao Shopping e deixarmos de orar na vigília para termos uma noite de “amor” com a esposa... Qual é a mensagem que transmitiremos a eles? A de que as nossas coisas são mais importantes do que as coisas de Deus. Assim, ensinamos o nosso filho a amar mais um time de futebol, a nossa filha a amar mais um sapato ou vestido e a nossa esposa mais o sexo do que as coisas de Deus. Como maridos e pais devemos agir como sacerdotes ensinando e dando exemplo de uma vida piedosa.

Visando a glória de Deus em todas as coisas:

Não sou da opinião de que devemos separar “sagrado” e “secular”, pois, para um crente fiel tudo é sagrado. Ou seja, o esporte, o lazer, o trabalho, o descanso, a diversão, a família, o sexo, etc., devem ser usados para magnificar e glorificar a Deus. Não creio que jogar futebol com o filho seja pecado, pelo contrário, os pais precisam não somente estar presentes na vida do filho, mas também acompanhar o coração do mesmo. Com isto quero dizer que uma partida de futebol pode proporcionar ao pai a oportunidade de observar o coração do filho, de maneira que poderá checar se no mesmo há idolatria, até mesmo futebolística. Levar a filha ao shopping também não é errado, desde que ensine a filha a batalhar para que em seu coração não haja espaço para o consumismo e o materialismo. Ou seja, ir com a filha ao shopping pode proporcionar ao pai a oportunidade de ensiná-la a lidar com o dinheiro e como vencer o consumismo. Sobre a importância do sexo na vida do casal, não se pode subestimar a seriedade do mesmo. O sexo foi criado por Deus para ser desfrutado no casamento entre um homem e uma mulher, responsavelmente. O mesmo tem que ser usado para a glória de Deus. Mas o ponto aqui é: se administrarmos corretamente o nosso tempo, será preciso deixar de ir para a EBD com o filho, faltar um culto com a filha ou ausentar-se de uma vigília de oração para proporcionar um momento de esporte e lazer com o filho, um passeio no shopping com a filha para fazer compras e uma noite de amor com a esposa? Mil vezes não!

Conclusão:

Quero concluir enumerando quatro pontos:

1. Administremos corretamente o nosso tempo, para que não sejamos negligentes para com Deus e para com a família.
2. Revisemos nossas prioridades e vejamos o que realmente é primazia.
3. Cuidemos de nossas famílias ensinando-as a importância de amar a Deus de todo o coração, alma, força e entendimento.  Eduquemos o nosso lar mostrando o valor de se congregar, orar, estudar a Bíblia, etc.
4. Entendamos que tudo o que formos fazer, devemos fazer para o louvor da glória de Deus.

Nos laços do Calvário que nos une,

Luciano Paes Landim.

terça-feira, 24 de maio de 2016

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